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Ex-policial é condenado a 22 anos de prisão por morte de Eliza Samudio

A sentença foi dada após 11 anos da morte da modelo

Ex-policial é condenado a 22 anos de prisão por morte de Eliza Samudio O julgamento começou na quarta-feira (25) e foi concluído na tarde de ontem (26) - Foto: Reprodução Notícia do dia 27/08/2021

Da Redação

Belo Horizonte/MG - O ex-policial José Lauriano de Assis Filho, conhecido como Zezé, foi condenado a 22 anos de prisão.

 

Ele foi acusado de envolvimento na morte Eliza Samudio, modelo que teve relacionamento com o goleiro Bruno Fernandes.

 

O julgamento começou na quarta-feira (25) e foi concluído na tarde de ontem (26). A defesa de Zezé vai recorrer da decisão e ele poderá ficar em liberdade.

 

Conforme denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o ex-policial sequestrou Eliza e Bruninho, filho dela com o mineiro Bruno Fernandes, no dia 4 de junho de 2010.

 

Eliza tinha 25 anos e foi amante do ex-goleiro, que na época atuava no Flamengo e não reconhecia a paternidade.  

 

Ainda de acordo com o MP, Zezé obteve ajuda do primo do jogador, Jorge Luiz Lisboa Rosa. A ação teria sido acordada com Bruno e Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão.

 

A sentença foi dada após 11 anos da morte da modelo. A defesa do ex-policial já afirmou que vai recorrer da decisão. Zezé poderá ficar em liberdade enquanto isso. O julgamento foi realizado no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Condenações

Zezé e outros seis réus já foram condenados por envolvimento na morte da modelo. Apesar disso, ninguém está preso. Veja as condenações que já foram determinadas pela Justiça:

 

Bruno Fernandes – 22 anos e 3 meses – mandante do crime – regime semiaberto;

Luiz Henrique Romão (Macarrão) – 15 anos – homicídio qualificado – regime semiaberto;

Marcos Aparecido dos Santos (Bola) – 22 anos – assassinato e ocultação de cadáver – prisão domiciliar devido à pandemia de Covid-19;

Elenilson da Silva e Wemerson Marques (Coxinha) – sequestro e cárcere privado – 3 e 2 anos e meio de prisão, ambos em regime aberto que já foi cumprido;

Fernanda Castro – 3 anos de prisão, mas substituída em prestação de serviços à comunidade.