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Amazonas encerra Jogos da Juventude 2023 com recorde de medalhas

No ranking geral entre estados, o AM ficou em 12º colocado, sendo o primeiro da região Norte

Amazonas encerra Jogos da Juventude 2023 com recorde de medalhas Foto: Divulgação Notícia do dia 18/09/2023

Da Redação

Manaus (AM) - Com uma delegação formada por mais de 170 atletas, a equipe amazonense encerrou os Jogos da Juventude 2023 com resultados históricos. Nesta segunda-feira (18/09), vindos de Ribeirão Preto (SP), local das provas, chegaram em Manaus os últimos competidores da delegação amazonense, trazendo as 16 medalhas conquistadas no campeonato. Os êxitos vieram nas modalidades de atletismo, judô, natação, taekwondo, voleibol e wrestling.

 

No total, os atletas conquistaram três ouros, quatro pratas e nove bronzes. O resultado deixou o Amazonas em 12º no ranking entre estados, o melhor colocado da região Norte, além de também representar a melhor classificação do estado dentre todas as participações. Nesta edição dos Jogos da Juventude, todos os estados da federação, além do Distrito Federal, marcaram presença na competição.

 

Os Jogos da Juventude 2023 também terminaram com um acesso para o Amazonas. O voleibol feminino conseguiu subir da terceira para a 2ª divisão na categoria. Em competições coletivas, as disputas ocorrem por meio de divisões, chegando a três níveis. Apenas é possível disputar medalhas para o quadro geral, caso o estado esteja classificado para a primeira divisão.

 

“Nós, da comissão técnica, avaliamos os resultados de maneira positiva. Conseguimos acessos, mantivemos divisões, subimos no ranking geral e conquistamos medalhas em várias modalidades. É uma competição muito difícil, com seleções de todos os lugares. Saímos felizes”, ressaltou o  chefe da delegação amazonense, Mike Moraes.

 

Memória

Entre as histórias de superação da delegação amazonense está a do aluno Alex Viveiros, de 17 anos. O atleta, que é aluno da Escola Estadual Ernesto Penafort, competiu na natação e conquistou a medalha de bronze na prova de 50 metros peito.

 

Essa foi a primeira participação do Alex nos Jogos da Juventude. A medalha, de acordo com o estudante, possibilitou uma reconexão com o pai, Antônio Viveiros, que faleceu há dois anos.

 

“Desde a infância, meu pai foi meu principal incentivador na natação. Até hoje, levo para as competições a blusa que ele usava quando me acompanhava, escrito ‘Pai do Alex’. Na hora da medalha, levantei ela para os céus, porque sabia que ele estava olhando. Ele estava do meu lado”, compartilhou o atleta.