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Em Parintins, Polícia Civil prende dois homens condenados por estupro de vulnerável

Em um dos casos, um dos autores engravidou uma criança que tinha apenas 10 anos na época dos fatos

Em Parintins, Polícia Civil prende dois homens condenados por estupro de vulnerável Foto: Divulgação Notícia do dia 12/01/2024

Da Redação

Parintins (AM) - A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), cumpriu, na quinta-feira (11/01), mandado de prisão em razão de sentença condenatória de dois homens, de 26 e 45 anos, por estupro de vulnerável de duas crianças, que tinham de 7 e 10 anos na época dos crimes. Os crimes ocorreram em circunstâncias distintas.

 

De acordo com a delegada Marna de Miranda, titular da unidade especializada, o primeiro caso ocorreu em 2012 e o suspeito seria um homem de 45 anos. Ele trabalhava como pedreiro na casa da vítima, 7, e se aproveitou da ausência dos genitores dela para cometer o crime.

 

“O pai da vítima chegou à residência na ocasião e flagrou o crime. Ele denunciou o caso, relatou que o homem teria mostrado um vídeo pornográfico para sua filha e praticou atos libidinosos em seguida. Na época, ele chegou a ser preso em flagrante, ficou detido por um tempo e, posteriormente, passou a responder ao processo em liberdade”, relatou.

 

Conforme a delegada, o suspeito do segundo caso é um homem de 26 anos envolvendo uma criança que chegou a engravidar dele em 2021, quando tinha apenas 10 anos. A denúncia partiu da equipe de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) onde a criança realizava as suas consultas de gestação.

 

“Na época do crime, a equipe policial da DEP de Parintins identificou que os pais da criança tinham conhecimento da situação, logo eles também responderam por estupro de vulnerável na condição de serem omissos, visto que não tomaram nenhuma providência sobre ocorrido, no entanto, foram absolvidos”, disse.

 

Ainda conforme a delegada, ainda na época, o agressor chegou a ser preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva, entretanto também passou a responder em liberdade depois de um tempo.

 

“Quando eles foram soltos, deu a entender que eles ficariam impunes, contudo, no decorrer de 2023, a Justiça decidiu pela condenação deles. Na data de ontem, tivemos conhecimento dos casos, bem como dos casos, e de pronto saímos em diligências e efetuamos as suas prisões”, contou.

 

Os indivíduos foram condenados pelo crime de estupro de vulnerável e ficarão à disposição do Poder Judiciário.