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'Ainda estou aqui' recebe 3 indicações ao Oscar 2025: Melhor Filme, Atriz e Filme Internacional

É a 1ª vez na história que um filme brasileiro disputa a principal categoria. Cerimônia será no dia 2 de março

23/01/2025 às 10h27 Por:
'Ainda estou aqui' recebe 3 indicações ao Oscar 2025: Melhor Filme, Atriz e Filme Internacional Foto: Reprodução/Internet

"Ainda estou aqui" foi indicado à principal categoria do Oscar 2025, de melhor filme, nesta quinta-feira (23). É a primeira vez na história que um filme brasileiro disputa à maior categoria do Oscar.

 

A produção também tem outras duas indicações: Filme Internacional e Melhor Atriz (Fernanda Torres). O filme dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres é o primeiro longa original Globoplay.

 

O Oscar 2025 acontece em 2 de março em Los Angeles, com apresentação de Conan O'Brien.

 

"Emilia Pérez", drama musical francês, foi o campeão de indicações com 13. O segundo mais indicado foi "O Brutalista", com 10 menções.

 

Quem disputa o Oscar de Filme com 'Ainda estou aqui'?

"Anora"
"O brutalista"
"Um completo desconhecido"
"Conclave"
"Duna: Parte 2"
"Emilia Pérez"
"Nickel boys"
"A substância"
"Wicked"

 

Quem disputa Oscar de Atriz com Fernanda Torres?

Mikey Madison ("Anora")
Demi Moore ("A substância")
Karla Sofía Gascón ("Emilia Pérez")
Cynthia Erivo ("Wicked")

 

Fernanda Torres concorre ao Oscar, 26 anos após indicação de sua mãe, Fernanda Montenegro, por "Central do Brasil" (1998), também dirigido por Walter Salles. Foi a última vez em que o Brasil apareceu em categorias de atuação.

 

Quem disputa o Oscar de Melhor Filme Internacional com 'Ainda estou aqui'?

"Emilia Pérez" (França)
"Flow" (Letônia)
"A Garota da Agulha" (Dinamarca)
"A Semente do Fruto Sagrado" (Alemanha)

 

O Brasil já foi indicado outras quatro vezes na categoria de filmes internacionais, mas nunca venceu.

 

"Ainda estou aqui" é uma adaptação do livro de mesmo nome de Marcelo Rubens Paiva. No filme, o público acompanha a transformação da mãe do escritor – uma dona de casa dos anos 1970, mãe de cinco filhos – em uma das maiores ativistas dos Direitos Humanos do país após o assassinato do marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), pela ditadura militar.