11/03/2024
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Foto: Divulgação
O Governo do Amazonas colocou a política habitacional no centro da estratégia urbana e prevê mais de R$ 4 bilhões em investimentos. A meta é atender ao menos 24 mil famílias com novas moradias e regularizar 33 mil imóveis em todo o estado.
Coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do Amazonas, o programa Amazonas Meu Lar reúne ações de construção, reassentamento e regularização fundiária. A iniciativa também integra projetos executados pela Unidade Gestora de Projetos Especiais do Amazonas, como o Prosamin+ e o Prosai Parintins.
Segundo o governador Wilson Lima, a proposta vai além da entrega de casas. “Quando oferecemos moradia digna, levamos junto infraestrutura, segurança jurídica e qualidade de vida”, afirmou.
Lançado em 2023, o Amazonas Meu Lar já beneficiou mais de 30 mil famílias até janeiro de 2026, entre títulos definitivos, unidades habitacionais, indenizações e bônus para aquisição de imóvel. O investimento executado até 2025 soma R$ 476,2 milhões.
Atualmente, 296 unidades foram entregues e outras 1.414 estão em construção. Em Manaus, há empreendimentos vinculados ao Prosamin+ e parcerias com o programa Minha Casa, Minha Vida. No interior, municípios como Iranduba, Tefé e São Gabriel da Cachoeira também foram contemplados.
Em Parintins, o Prosai reúne habitação e saneamento em um pacote financiado com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento. O programa prevê o reassentamento de 832 famílias e novas unidades habitacionais, além de melhorias no sistema de abastecimento de água.
Outra frente é o Subsídio Entrada do Meu Lar, que concede entre R$ 20 mil e R$ 35 mil para famílias utilizarem como entrada na compra do imóvel. Mais de 2,2 mil famílias já foram atendidas por essa modalidade.
Em 2026, a política incorporou a vertente ambiental com a criação da Política de Habitação de Interesse Social Sustentável. O projeto Amazonas EcoLar, coordenado pela Defesa Civil, prevê casas construídas com blocos de plástico reciclado para famílias de áreas de risco em Manaus.
Para o secretário Marcellus Campêlo, o modelo integrado é o diferencial. “Não se trata apenas de construir casas, mas de garantir saneamento, mobilidade e acesso a serviços públicos. A moradia precisa estar inserida em um planejamento urbano completo”, destacou.
11/03/2024
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