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Com investimento de R$ 153 milhões, Governo Lula viabiliza nova maternidade de Parintins com 120 leitos

Investimento do Novo PAC Saúde autoriza início das obras e reforça atendimento materno-infantil no interior do Amazonas

15/01/2026 às 12h39 Por:
Com investimento de R$ 153 milhões, Governo Lula viabiliza nova maternidade de Parintins com 120 leitos Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde realiza nesta sexta-feira (16), a assinatura da ordem de serviço que autoriza a construção de uma nova maternidade com 120 leitos em Parintins, no valor de R$ 153 milhões. O ato marca oficialmente o início da obra financiada com recursos do Novo PAC Saúde.

 

A cerimônia será realizada no terreno onde a unidade será construída, na Rua Barreirinha, no bairro João Ribeiro. Estão confirmadas as presenças dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, do deputado federal Saulo Viana, do prefeito Mateus Assayag e do superintendente do Ministério da Saúde no Amazonas, Henrique Medeiros.

 

A nova maternidade integra um pacote nacional de investimentos do governo federal que prevê a construção de quatro maternidades e três policlínicas em seis estados, somando R$ 499 milhões. A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, voltado à ampliação da oferta de atendimentos especializados no SUS.

 

Em Parintins, a obra é considerada estratégica para fortalecer a rede materno-infantil e reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para outros municípios, ampliando a capacidade de atendimento na região do Baixo Amazonas.

 

Além da maternidade, o município também recebe outros investimentos federais na área da saúde, como uma central de regulação de urgências, duas Unidades Básicas de Saúde, uma unidade odontológica móvel e uma oficina ortopédica, em diferentes fases de execução.

 

Na Seleção 2025 do Novo PAC, Parintins ainda foi contemplada com uma policlínica, um CAPS porte II, seis combos de UBS e dez kits de teleconsulta, atualmente em etapas de licitação ou ações preparatórias.

 

Segundo o Ministério da Saúde, a assinatura da ordem de serviço reforça a política do governo Lula de interiorização dos investimentos e fortalecimento do SUS, com foco na ampliação do acesso e na redução das desigualdades regionais em saúde.