11/03/2024
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Foto: José Cruz/Agência Brasil
A nova previsão do mercado financeiro indica que a inflação deste ano deve fechar em 4,46%. O número está dentro do limite da meta e mostra um cenário mais calmo para os preços.
A meta oficial é de 3%, podendo variar até 4,5%. A queda na previsão aconteceu depois que o IPCA de outubro veio bem baixo para o mês.
O boletim Focus, divulgado toda semana pelo Banco Central, reúne as estimativas dos bancos e analistas. Para 2026, a previsão continua em 4,2%. Para os anos seguintes, o mercado espera que a inflação fique ainda menor.
Em outubro, a inflação subiu apenas 0,09%, puxada para baixo pela redução na conta de luz. É o menor resultado para o mês desde 1998. Em 12 meses, o índice está em 4,68%.
A taxa básica de juros está em 15% ao ano. Mesmo com a inflação mais fraca, o Banco Central manteve a Selic e diz que ainda vê riscos no cenário internacional.
A instituição afirma que a economia está desacelerando, mas a inflação ainda não caiu o suficiente. Por isso, os juros devem continuar altos por mais tempo.
O mercado prevê que a Selic termine 2025 no mesmo patamar de agora. Para os próximos anos, a expectativa é de queda lenta e gradual.
A previsão para o crescimento do PIB deste ano segue em 2,16%. Para 2026, a estimativa é de 1,78%, e nos dois anos seguintes deve ficar entre 1,8% e 2%.
O dólar deve terminar o ano em R$ 5,40, segundo as projeções. Para 2026, a expectativa é que fique em torno de R$ 5,50.
11/03/2024
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