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Wilson Lima torna permanente o Comitê de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais no AM

Medida vai reforçar o trabalho de monitoramento, mitigando os impactos de fenômenos como cheia e vazante dos rios

27/01/2025 às 16h19 Por:
Wilson Lima torna permanente o Comitê de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais no AM Foto: Divulgação

O governador Wilson Lima assinou, nesta segunda-feira (27/01), um decreto que torna permanente o Comitê de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais no Amazonas. Buscando mitigar os impactos para a população, o grupo de trabalho fortalecerá medidas para recuperação de desastres, além de estabelecer o monitoramento da cheia e da vazante como ferramenta contínua do Governo do Estado.

 

Desde junho, está ativo o comitê para resposta à estiagem severa que atingiu o estado. O novo decreto assinado nesta segunda-feira que trata o comitê permanente leva em consideração o contexto mundial, em decorrência de eventos climáticos e ambientais terem se tornado frequentes, e ainda, pela necessidade da vigilância constante dos fenômenos na região amazônica, tais como a cheia e a vazante dos rios.

 

“Estamos montando o comitê porque o mundo começa a viver um novo normal. Nós tomamos uma série de providências para que haja uma vigilância permanente das principais secretarias e acompanhar o comportamento do período de cheia e também de estiagem, no sentido de se antecipar e evitar que principalmente nossos irmãos do interior sejam prejudicados”, afirmou o governador Wilson Lima.

 

O Comitê Permanente será coordenado pelo governador Wilson Lima e formado por 33 secretarias, órgãos e entidades estaduais, auxiliado pelo Comitê Técnico-Científico, responsável por orientar cientificamente o Comitê Permanente na tomada de decisões. Entre as atribuições, o comitê terá como foco tomar medidas para minimizar ocorrência de desastres, estimular a reorganização do setor produtivo e reestruturação econômica de áreas atingidas.

 

O secretário da Defesa Civil do Amazonas, coronel Francisco Máximo, destacou que o comitê é estratégico por influenciar diretamente na distribuição de ajuda humanitária, atividades econômicas e ações voltadas para as questões ambientais, como queimadas, desmatamento, entre outros assuntos. Segundo ele, firmar a permanência do comitê é fundamental para prevenir desastres.

 

“A permanência do comitê demonstra a preocupação que o Estado vem tendo ao longo desses anos com relação às mudanças climáticas. E agora, quando estamos neste cenário, o governador entende que é importante um comitê permanente para trabalhar a gestão do risco de desastre. É uma corrente para que possamos enfrentar esses desastres e buscar, através da adaptação e da preparação, tornar nossas populações mais resilientes”, reforçou o coronel.