11/03/2024
PUBLICIDADE
Eldiney Alcântara
Parintins (AM) - Com a intensidade das campanhas políticas para as eleições 2022, especialistas alertam para a participação de menor em campanhas eleitorais. Eles destacam que os pais são os principais responsáveis pelo cuidado de crianças e adolescentes em locais nesses momentos, sendo que a presença de menor não é proibida, mas deve ser controlada.
Passeatas, carreatas, bandeiraços, comícios e demais eventos podem ter a participação de menor, desde que não ponha em risco os direitos da criança e do adolescente. “A gente tem a participação, muitas vezes, dos pais na campanha, seja encaminhada, seja em comícios, seja em bandeiraços. Isso não é errado. Mas, se torna errado a partir do momento que esse pai, que essa mãe ele começa a colocar em risco a situação dessa criança”, destacou o conselheiro tutelar João Maurício Lago.
O especialista nos direitos da criança e adolescente elencou as situações que podem pôr em risco o menor é que precisam ser evitadas. “Passar muito tempo com a criança debaixo de sol, passa muito tempo com a criança de qualquer jeito. Tem a alimentação, tem a questão dos cuidados básicos e fundamentais em relação a criança, tem a questão da aglomeração, a multidão que muitas vezes vai acompanhando e pode acontecer alguma situação”, orientou.
O Conselho Tutelar, assim como outros órgãos que trabalham com o direito da criança e do adolescente, recomendam os pais a terem bom senso. “Então, aos pais cabem o bom senso. - Eu não tenho com quem deixar e eu estou participando de uma equipe. Tem problema? Não, não tem problema, mas desde que essa criança ela esteja a salvo de qualquer situação que a coloque em vulnerabilidade”, esclareceu.
11/03/2024
PUBLICIDADE